Confira a coluna ‘Oficina de Palavras’ com o professor Luiz Puntel
A 22ª Feira Internacional do Livro, realizada recentemente, teve como tema central as dualidades e a literatura como elo entre extremos. O evento, que contou com mais de 400 atividades, proporcionou uma rica experiência cultural, unindo diversas formas de expressão artística e promovendo a inclusão e a pluralidade.
Extremos em diferentes contextos
O professor Luiz Puntel, em sua oficina de palavras, desafiou os participantes a refletirem sobre o conceito de “extremos”. Ele utilizou exemplos como o alfabeto (A e Z), os pontos geográficos extremos do Brasil (Iapóqui e Chuí), e as fases da vida (infância e velhice). A discussão se expandiu para a literatura, contrastando textos literais com obras literárias herméticas, e diferentes estilos poéticos, desde a poesia infantil até o freestyle do hip hop.
A literatura como elo entre as diferenças
A feira demonstrou que a literatura transcende o livro físico, estando presente em diversas formas de expressão artística. De acordo com Puntel, a literatura se manifesta na pintura, no teatro, na música e em outras manifestações culturais, conectando diferentes estilos e públicos. A diversidade de eventos, desde conferências e palestras até shows e performances, refletiu essa amplitude.
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Um evento inclusivo e plural
Com mais de 200 autores e 30 mil alunos envolvidos, a feira foi um sucesso de público, recebendo cerca de 250 mil participantes. O evento uniu diferentes manifestações culturais e promoveu a inclusão e a pluralidade, reforçando a importância da literatura como ferramenta de conexão e diálogo entre diferentes grupos e perspectivas. A próxima edição, com foco nos 500 anos de Camões, promete ser igualmente rica e instigante.