Ouça a coluna ‘CBN Saúde’, com Fernando Nobre
Um estudo israelense publicado na revista da Clínica Mayo revelou que otimistas tendem a viver mais após um ataque cardíaco. A pesquisa define otimismo não como uma visão irrealmente positiva do mundo, mas como uma perspectiva realista e esperançosa, mesmo diante de adversidades.
Otimismo e Inflamação
Os pesquisadores descobriram que os participantes otimistas apresentaram menores níveis de inflamação no corpo. Como a inflamação está diretamente ligada a doenças cardiovasculares, essa constatação ajuda a explicar a correlação entre otimismo e longevidade após eventos cardíacos.
Otimismo: Uma Abordagem à Vida
O estudo reforça a ideia de que o otimismo, definido como a crença na vida e nas pessoas, aliado à capacidade de compreender as próprias missões e vivê-las plenamente, contribui para uma melhor saúde física e emocional. Manter uma atitude positiva e esperançosa, especialmente em momentos de transição como o fim de ano, pode trazer benefícios significativos para o bem-estar.
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Um Novo Tempo
Inspirando-se no poema de Pablo Neruda, “É Proibido”, o estudo nos convida a refletir sobre a importância de cultivarmos emoções positivas e atitudes construtivas. A busca pela felicidade, a gratidão e a crença em um futuro melhor são elementos que podem impactar positivamente nossa saúde e qualidade de vida, permitindo que comecemos cada dia como um novo tempo, repleto de esperança e bons propósitos.