Cadê a bengala? Jornal noticiava a perda do objeto por um morador de Ribeirão
Vamos fazer uma viagem no tempo até 7 de junho de 1919. Imagine a cena: um senhor chamado Severiano de M. Velho, andando pelas ruas Saudanha, Marinho e Tiberissar, em direção à Praça 7 de Setembro, perde algo precioso: sua bengala.
Um apelo na sessão de anúncios
Em meio aos anúncios da sessão livre do jornal da época, surge um pequeno, mas comovente apelo. Severiano publica um anúncio, pedindo a quem encontrar sua bengala que a devolva. Ele enfatiza que o objeto, embora simples, não era qualquer bengala, mas sim uma peça de estimação, carregada de valor sentimental.
Um objeto de estimação
A perda de uma bengala, em tempos em que ela representava mais do que um simples acessório, revela um pouco da vida cotidiana de um século atrás. A solicitação de Severiano nos permite imaginar a importância desse objeto para ele, e o desespero diante de sua perda.
Um mistério sem solução?
O anúncio de Severiano nos deixa com uma pergunta: sua bengala foi encontrada? Infelizmente, o jornal não traz a resposta. A história permanece como um pequeno vislumbre de um passado distante, um lembrete de que mesmo objetos aparentemente insignificantes podem carregar memórias e afetos profundos.



