Novas regras da exportação de algodão era destaque no impresso há 100 anos
Algodão no centro das atenções em 1918
No dia 24 de novembro de 1918, as exportações de algodão dominavam as manchetes. O governo, atendendo a um requerimento da Câmara dos Deputados, planejava novas regras para a comercialização deste produto tão importante para a economia.
Novas medidas para o algodão
O comissariado de alimentação pública propôs duas medidas-chave. A primeira previa a suspensão das autorizações de exportação em caso de queda na produção e aumento significativo nos preços de aquisição. A segunda garantia que, após suprir a demanda interna com a nova safra e os estoques existentes, o algodão voltaria a ser exportado livremente.
Garantindo o abastecimento interno
O algodão havia se tornado uma cultura lucrativa, e o governo priorizava o abastecimento interno antes de liberar as exportações, buscando garantir a segurança alimentar da população. Essas medidas demonstravam a preocupação do governo em equilibrar os interesses econômicos com as necessidades da nação.
Em resumo, o cenário econômico de 1918 girava em torno do algodão, com o governo implementando estratégias para regular sua comercialização e assegurar o abastecimento interno. As novas regras demonstravam a importância do produto para a economia e a busca por um equilíbrio entre exportação e consumo interno.



