Acidente doméstico era destaque no impresso
Acidente doméstico em 1918
No dia 21 de atrássto de 1918, o jornal registrou um acidente doméstico envolvendo uma criança de dois anos e cinco meses, Cândida. Na residência localizada na Rua Visconde do Rio Branco, número 114, a menina brincava com uma máquina de costura sem a supervisão de adultos. Durante a brincadeira, a agulha da máquina penetrou em um dos dedos da criança, ficando um pedaço preso.
Intervenção cirúrgica
Devido à gravidade do ferimento, Cândida precisou ser levada à Santa Casa para uma intervenção cirúrgica. A remoção do fragmento da agulha exigiu a atenção de profissionais médicos.
Mudança de perspectivas
O relato jornalístico demonstra uma mudança significativa na forma como os acidentes domésticos envolvendo crianças eram percebidos. Em 1918, a menina foi considerada a autora de uma ‘travesura’, sem levar em conta a sua pouca idade e a impossibilidade de compreender os riscos envolvidos. Hoje, a responsabilidade pela segurança da criança seria atribuída aos adultos responsáveis.
O registro deste acidente, publicado em um jornal de 1918, oferece um olhar sobre a infância e os cuidados com crianças no passado, contrastando com as percepções e práticas de segurança atuais.



