Disparo acidental de uma arma de fogo era o assunto do jornal há 100 anos
Tragédia em Serrinha: Morte por Arma de Fogo em 1918
No dia 2 de atrássto de 1918, o jornal registrou um trágico acidente em Serrinha, atual Serrana. Manuel Luiz, de 32 anos, casado e residente na localidade, morreu após sofrer um disparo acidental enquanto examinava uma arma de fogo. A gravidade dos ferimentos o levou à morte durante o transporte para Ribeirão Preto, onde receberia atendimento médico na Santa Casa.
Um Acidente com Consequências Devastadoras
A vítima deixou vários filhos menores, segundo a nota publicada na época. O óbito foi constatado pelo médico legista. O incidente destaca os perigos do manuseio inadequado de armas de fogo, um problema que persiste até os dias de hoje.
Emancipação de Serrana: Uma Medida Inesperada
Curiosamente, a história de Serrana guarda uma peculiaridade em relação à sua emancipação de Cravinhos. Para que o distrito se separasse, era necessária uma distância mínima de 25 quilômetros entre as duas localidades. Medições iniciais apontaram apenas 23,5 quilômetros. No entanto, uma medição alternativa, considerando a distância entre os pontos de ônibus de Cravinhos e Vila Serrinha, resultou nos 25 quilômetros exigidos, concretizando a emancipação de Serrana em 10 de abril de 1949.
Este relato de um acidente com arma de fogo em 1918 e a história da emancipação de Serrana, demonstram como eventos aparentemente distintos podem se entrelaçar na construção da memória de uma cidade. A tragédia individual de Manuel Luiz e a solução criativa para a emancipação municipal, ambas registradas no passado, contribuem para a rica tapeçaria histórica de Serrana.



