Exposição de arte era o destaque do impresso
Em 14 de março de 1918, um jornal brasileiro publicava uma crítica sobre a cinematografia nacional, expressando tanto apoio quanto preocupação com seu desenvolvimento.
Cinema Nacional em 1918: Entre o Apoio e a Crítica
A nota jornalística reconhecia o potencial da sétima arte, referindo-se a ela como uma “arte brilhante” capaz de proporcionar “gozo paradisíaco”. Apesar do entusiasmo, o artigo apontava para o estágio inicial da cinematografia brasileira, considerando-a ainda em sua “infância”.
Filmes Patrióticos e o Papel do Público
O texto destacava a produção de filmes patrióticos como um ponto positivo, elogiando seu impacto na “mocidade” e no cultivo do “amor a este gigantesco Brasil”. A peça jornalística fazia um apelo direto ao público, incentivando o apoio aos produtos nacionais como forma de impulsionar o crescimento do setor cinematográfico.
Um Balanço Contraditório
A análise do artigo de 1918 revela uma postura ambivalente: o reconhecimento do potencial e dos esforços iniciais, contrastando com a constatação de suas deficiências. A crítica, embora construtiva, demonstrava a necessidade de um maior investimento e desenvolvimento da indústria cinematográfica brasileira para alcançar seu pleno potencial. A publicação, portanto, reflete o entusiasmo inicial e as dificuldades enfrentadas pelo cinema nacional em seus primeiros anos.



