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Apesar dos sindicatos negarem, movimento para nova paralisação dos caminhoneiros ganha força nas redes sociais
CBN Agronegócio
Apesar dos sindicatos negarem, movimento para nova paralisação dos caminhoneiros ganha força nas redes sociais

Apesar dos sindicatos negarem, movimento para nova paralisação dos caminhoneiros ganha força nas redes sociais

Apesar de entidades ligadas aos caminhoneiros desmentirem a possibilidade de uma nova greve nacional, a ameaça ganha força com grupos no Whatsapp prometendo mobilização. A União Brasileira dos Caminhoneiros (UBC), embora alegue não discutir o assunto publicamente, admite motivos para uma nova paralisação.

Motivos para uma possível greve

Segundo José Carlos Lima Jr., um dos motivos para a tensão é a indefinição em relação às lideranças do movimento de maio de 2018. Embora a Petrobras tenha anunciado medidas como o repasse da oscilação do preço do diesel a cada 15 dias e a criação de um cartão caminhoneiro para minimizar oscilações de preço, parte dos caminhoneiros considera essas ações insuficientes.

Impacto econômico de uma nova paralisação

Uma nova greve teria um impacto devastador na economia brasileira. O PIB do Brasil em 2018 foi afetado pela paralisação anterior, com o agronegócio sendo o setor mais prejudicado devido à interrupção do escoamento de produtos e aumento de preços. Com o país em meio a reformas importantes, como a da Previdência, uma greve agravaria a situação econômica e atrasaria a retomada do crescimento.

Cenário internacional e preço do diesel

Há fatores que podem amenizar a situação. Pesquisas recentes apontam para a manutenção do preço do diesel, e a crescente exportação de petróleo pelos EUA pode levar a uma queda no preço do petróleo, influenciando o preço do diesel no Brasil. Embora o clima esteja mais calmo no momento, a possibilidade de uma paralisação permanece no radar, dependendo das negociações e da resposta do governo às reivindicações da categoria.

A situação permanece incerta, com a ameaça de uma nova greve pairando sobre o setor de transportes e a economia brasileira. Acompanharemos os próximos desdobramentos e as negociações entre as partes envolvidas para avaliar o risco de uma nova paralisação.

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