Destaque da coluna, a Bélgica possui grande importância na cultura cervejeira, sendo considerada uma escola para o mundo todo
Boa tarde, apreciadores de cerveja! Hoje vamos explorar o fascinante mundo das cervejas belgas, um país que representa uma verdadeira escola cervejeira para o mundo.
A diversidade dos estilos belgas
A Bélgica nos presenteia com uma ampla gama de estilos, desde os mais leves e refrescantes, como a witbier (com trigo, coentro e casca de laranja, uma opção que parece abraçar o paladar tropical brasileiro), até as complexas cervejas de alta fermentação, como as tripels, quadrupels e as lambics (exclusivas da Bélgica).
A tradição e a resistência à modernidade
Apesar de ser um pequeno país com apenas 12 milhões de habitantes e três línguas oficiais, a Bélgica ostenta uma rica tradição cervejeira. Curiosamente, os belgas mostram certa resistência às tendências modernas da produção de cervejas, como as IPAs e suas variações, preferindo manter seus métodos clássicos e tradicionais.
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Detalhes que fazem a diferença
As cervejas belgas se destacam também pela apresentação impecável: rótulos sofisticados, embalagens em papel de seda e garrafas de champanhe para preservar a carbonatação. A sedimentação no fundo da garrafa é uma característica comum, muitas vezes servida separadamente em um copinho. A utilização de frutas e leveduras especiais confere sabores únicos e complexos a essas bebidas. As cervejarias de abadia, incluindo as famosas trapistas (como Chimay, Westmalle e Rochefort), são exemplos emblemáticos dessa tradição.
As cervejas belgas, com sua variedade de estilos, métodos tradicionais e apresentação requintada, representam uma escola cervejeira única e inspiradora. Um brinde a essa tradição e um convite para explorar a riqueza de sabores que a Bélgica nos oferece!