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No final de ano é natural fazer uma avaliação de tudo o que houve fazer uma auto-exigência
CBN Comportamento
No final de ano é natural fazer uma avaliação de tudo o que houve fazer uma auto-exigência

No final de ano é natural fazer uma avaliação de tudo o que houve fazer uma auto-exigência

O ano está acabando e, com ele, a tendência de avaliarmos nossas conquistas e frustrações. Essa reflexão, embora importante para o crescimento pessoal e profissional, pode se tornar prejudicial se o nível de exigência for excessivo. Afinal, até que ponto a autocrítica é aliada ou inimiga do nosso bem-estar?

Autoexigência: Aliada ou Inimiga?

A autocrítica e a autoexigência são ferramentas importantes para o sucesso, impulsionando-nos a buscar melhores resultados no trabalho, relacionamentos e estudos. Entretanto, o excesso pode ser danoso. Assim como em qualquer área da vida (trabalho, exercícios físicos, alimentação), o equilíbrio é fundamental. Exigir demais de si mesmo pode levar à insatisfação constante, mesmo diante de grandes conquistas.

O Equilíbrio entre o Excelente e o Ótimo

Imagine o Everest: o cume representa o “excelente”, o ideal que almejamos. No entanto, atingir o “ótimo”, representado por um acampamento intermediário, já é uma grande conquista. Muitas vezes, a exigência excessiva nos impede de reconhecer e celebrar esses sucessos intermediários, gerando frustração e impactando a autoestima. Aprender a negociar o “excelente” com o “ótimo” é crucial para a saúde mental.

Lidando com a Frustração e o Sabotador Interno

A frustração por não alcançar o ideal pode levar ao autossabotagem, mantendo-nos na “zona do terror” (e não de conforto!), onde procrastinamos, criamos conflitos desnecessários e atrasamos prazos. O equilíbrio reside na tolerância aos erros, combinada com a capacidade de seguir em frente, mesmo diante de desafios. Celebrar as conquistas e aprender com os erros é fundamental para uma vida mais plena e equilibrada. A chave é a autocompreensão: reconhecer o esforço realizado e se satisfazer com os resultados obtidos, sem se martirizar por eventuais falhas.

Em resumo, a autoexigência é uma ferramenta poderosa, mas seu uso deve ser moderado e equilibrado. O caminho para o sucesso e a felicidade reside na capacidade de reconhecer nossas conquistas, aprender com nossos erros e cultivar a compaixão por nós mesmos.

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