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Projeto que prevê criação das organizações sociais não foi votado
CBN de Olho na Câmara
Projeto que prevê criação das organizações sociais não foi votado

Projeto que prevê criação das organizações sociais não foi votado

Projeto de Organizações Sociais na Câmara de Ribeirão Preto

Tramitação e Impasse

O projeto de lei que visa à criação de Organizações Sociais (OSs) para a gestão de unidades de saúde em Ribeirão Preto enfrenta dificuldades em seu trâmite na Câmara Municipal. Apesar do apoio inicial da prefeitura, que contava com 16 votos favoráveis, a Comissão de Justiça emitiu parecer contrário ao projeto, apontando irregularidades. Isso impediu que o projeto sequer fosse votado em plenário. A prefeitura afirma que fará adequações e reenviará a proposta.

Necessidade e Dificuldades

A criação das OSs é crucial para a prefeitura viabilizar a abertura da UPA Oeste e otimizar a gestão de outras unidades de saúde, como a UPA da 3 de Maio e o Hospital Santa Lydia. A contratação por meio de OSs se justifica pela proximidade do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e pela dificuldade em contratar médicos, com apenas um dos 26 convocados há três meses tendo assumido a vaga.

Articulação Política e Possíveis Implicações

O secretário municipal de Saúde, Sandro Scarpellini, se mobilizou intensamente para a aprovação do projeto, realizando reuniões com vereadores e membros da Comissão de Constituição e Justiça. Entretanto, a oposição, representada pelo vereador Lincoln Fernandes, que assinou o parecer contrário, argumenta que o Conselho Municipal de Saúde, atualmente suspenso pela Justiça, deveria ter aprovado o projeto. A prefeitura terá que resolver essa pendência para seguir adiante com a proposta. A aprovação do projeto é considerada essencial para garantir os recursos financeiros destinados à abertura da UPA Oeste, previstos para 2018.

Além disso, o jornal destaca decisões da Justiça Eleitoral de Ribeirão Preto, que resultaram em parecer favorável à cassação do mandato do vereador Lincoln Fernandes e à inelegibilidade de Ricardo Silva, por uso indevido de programas de rádio e televisão para promoção pessoal antes da campanha de 2016. Ambas as decisões ainda estão sujeitas a recursos.

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