Vereadores e servidores discutem prêmio incentivo, suspenso pela justiça na última semana
Nesta quinta-feira, a Câmara Municipal de Ribeirão Preto terá um dia agitado, com reuniões e sessões que prometem debates acalorados.
Prêmio Incentivo: Servidores pressionam por solução
Às 17h, servidores e vereadores se reunirão para discutir o prêmio incentivo, suspenso pela justiça por ser considerado inconstitucional. O valor, pago desde 1994, representa cerca de 10 milhões de reais na folha de pagamento da prefeitura (informação não confirmada oficialmente), afetando principalmente os médicos, que têm quase metade do salário proveniente desse incentivo. Os servidores buscam apoio na Câmara para pressionar a prefeitura a encontrar uma solução, seja por meio de uma nova lei ou incorporação do valor aos salários.
Sessão da Câmara: Proposta sobre camelôs gera polêmica
A sessão da Câmara, prevista para as 16h15, terá como destaque a votação da criação de uma Comissão Especial de Estudos (CEE) sobre os camelôs. A proposta divide opiniões: enquanto os ambulantes pretendem participar da sessão para defender seus interesses, comerciantes e empresários da região central se mobilizam para pressionar os vereadores contra a proposta, argumentando que leis já existentes poderiam ser melhor fiscalizadas pela prefeitura. Os vereadores propositores da CEE afirmam que o objetivo é apenas estudar a situação, sem propor mudanças imediatas nas leis.
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Outras pautas na sessão: CEE dos prédios da CETERP
Além da questão dos camelôs, a sessão também abordará a votação de outra CEE, proposta pelo vereador Paulo Modas, para discutir a situação dos prédios da antiga CETERP (Companhia de Telefonia de Ribeirão Preto). Vendida no final dos anos 90, a situação dos prédios da empresa, localizados em áreas públicas, permanece indefinida, gerando controvérsias sobre o pagamento de aluguéis e posse dos imóveis.
Em resumo, a Câmara Municipal de Ribeirão Preto vive um dia intenso, com debates importantes sobre o prêmio incentivo, a regulamentação dos camelôs e a situação dos prédios da antiga CETERP. As discussões prometem ser acaloradas e decisivas para o futuro da cidade.



