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Colunista analisa a troca de cadeiras no secretariado do Palácio Rio Branco
CBN de Olho na Política
Colunista analisa a troca de cadeiras no secretariado do Palácio Rio Branco

Colunista analisa a troca de cadeiras no secretariado do Palácio Rio Branco

Nesta semana, a política de Ribeirão Preto foi marcada por mudanças e debates acalorados. A saída do secretário de Assistência Social, Carlos César Barbosa, e a nomeação de Guido Desimoni Filho para a vaga geraram grande repercussão na cidade. Desimoni Filho, gestor do Bom Prato há 13 anos, assume a Secretaria de Assistência Social (SEMAS).

Mudanças na Administração Municipal

A troca na SEMAS não foi o único acontecimento político relevante. O vice-prefeito Carlos César Barbosa deixou o cargo na SEMAS para assumir novamente o cargo de vice-prefeito, esperando oportunidades para assumir a prefeitura em caso de ausência do prefeito. Há especulações sobre o uso de um gabinete no Palácio Rio Branco, e o próprio vice-prefeito emitiu uma nota afirmando sua colaboração com a administração municipal.

Câmara Municipal: Vetos e Orçamento

Na Câmara Municipal, a sessão ordinária de terça-feira teve como destaque a rejeição do veto do prefeito Duarte Nogueira a um projeto do vereador Adalto Marmita. O projeto, que prevê a contratação de pessoas em situação de rua para empresas vencedoras de licitações públicas, foi aprovado pelos vereadores, apesar da consideração do prefeito de ser inadequado. A prefeitura deve recorrer ao judiciário para tentar barrar a sanção do projeto. Além disso, foram discutidas a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2019, com audiências públicas marcadas para os dias 17 e 22 de outubro, e a aprovação de projetos de revogação e autorização de uso de áreas da prefeitura.

Abstenção Eleitoral e o Cenário Político

Por fim, a alta abstenção nas eleições de 2023 chamou atenção. Com mais de 105 mil eleitores deixando de votar, o índice de abstenção foi o maior dos últimos 20 anos na cidade, atingindo 23,82%. Esse número demonstra uma crescente descrença da população em relação à política local. A justificativa para ausência nas urnas ainda pode ser feita para quem não votou no primeiro turno e pretende votar no segundo.

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