Câmara de Ribeirão Preto protocola pedido de investigação ao MP para apurar uma suposta contratação de funcionário fantasma
Funcionário Fantasma na Câmara de Ribeirão Preto
O Ministério Público pode investigar um possível caso de funcionário fantasma na Câmara de Ribeirão Preto. Trata-se de um ex-assessor do vereador Marcelo Palina, entre 2009 e 2012, que teria trabalhado simultaneamente em uma empresa privada e na Câmara. A investigação foi solicitada pela Câmara após o ex-assessor entrar com uma ação trabalhista contra a empresa privada, alegando horas extras trabalhadas além da jornada na Câmara. A Câmara questiona a possibilidade de conciliar o expediente na empresa com o trabalho na Câmara, considerando os horários declarados em ambos os locais.
Discrepâncias em Horários e Documentação
O ex-assessor, que é advogado, alegou em sua ação trabalhista trabalhar das 9h às 19h, e até 21h em alguns dias, na empresa privada. Porém, o horário de expediente na Câmara é das 8h às 18h, com sessões que se estendem além desse horário. A Câmara também questiona as folhas de ponto assinadas pelo ex-assessor, que indicam sua presença diária na Câmara, mesmo com as alegações de trabalho na empresa privada. Caso seja comprovada a incompatibilidade dos horários, o ex-assessor pode ter que devolver os salários recebidos da Câmara durante o período em questão. A Câmara também investiga uma possível falsidade ideológica.
Mudança na Gestão da Fundete
Outra questão abordada é a possível mudança na gestão da Fundete (nome da instituição não especificado no texto original). Houve troca da presidência no dia 20 de março. O presidente afirma que sua exoneração foi solicitada pelo governo, e não por ele próprio, como consta no Diário Oficial. Ele cobra providências da prefeitura, uma vez que foi indicado pelo ex-vice-prefeito Carlos César Barbosa. A situação está em desenvolvimento e mais informações serão divulgadas em breve.
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Em resumo, duas importantes questões estão sob investigação em Ribeirão Preto: um possível caso de funcionário fantasma na Câmara Municipal e uma mudança de gestão na Fundete que ainda carece de esclarecimentos. Ambas as situações demandam investigação e transparência para garantir a correta aplicação dos recursos públicos.