Dos 27 vereadores de Ribeirão Preto, 13 manifestaram apoio a Jair Bolsonaro (PSL); apenas dois apoiam Fernando Haddad (PT)
Eleições 2018: Cenário em Ribeirão Preto
A corrida presidencial e a disputa pelo governo do Estado de São Paulo geraram grande interesse em Ribeirão Preto, principalmente após atos pró-candidatos realizados no fim de semana que antecedeu às eleições. A menos de uma semana para a definição dos líderes, a cidade se tornou um microcosmo do cenário nacional.
Disputa Presidencial: Bolsonaro à Frente
Entre os vereadores de Ribeirão Preto, a preferência por Jair Bolsonaro é clara. Dos 27 parlamentares, 13 declararam apoio ao candidato do PSL no segundo turno, enquanto apenas dois manifestaram intenção de votar em Fernando Haddad. Essa disparidade reflete a rejeição à volta do PT ao poder, um fator determinante na escolha de muitos vereadores, segundo eles próprios.
Disputa pelo Governo do Estado: Equilíbrio Tensão
A disputa pelo governo do Estado, no entanto, apresenta um cenário mais equilibrado. Dez vereadores declararam apoio a João Doria e dez a Márcio França. A indecisão e a abstenção de alguns parlamentares, além da influência partidária, contribuem para esse empate técnico. A proximidade de Ribeirão Preto com São Paulo e a influência dos partidos no Estado impactam diretamente nas decisões dos vereadores locais.
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Manifestações e Atos Públicos
Nos últimos dias da campanha, atos em apoio aos candidatos presidenciais agitaram a cidade. O evento em apoio a Jair Bolsonaro teve maior adesão do que o ato em prol de Fernando Haddad. A diferença na mobilização foi notável, com o ato bolsonarista apresentando uma participação significativamente maior. Detalhes como o uso de cores nas manifestações também foram observados, com a campanha de Haddad optando por um visual menos associado às cores tradicionalmente ligadas ao candidato do PSL.
A movimentação política em Ribeirão Preto espelha o clima nacional, com uma disputa acirrada pela presidência e um equilíbrio na corrida pelo governo estadual. A influência partidária e a rejeição ao PT se mostraram fatores relevantes nas decisões dos vereadores, enquanto as manifestações de rua refletiram a polarização política do momento.