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Ouça a coluna ‘CBN de Olho na Política’ com Marcelo Fontes

Justiça determina que Câmara de Ribeirão dê informações sobre uso do carro oficial pelo vereador afastado Waldyr Villela (PSD)
CBN de Olho na Política
Justiça determina que Câmara de Ribeirão dê informações sobre uso do carro oficial pelo vereador afastado Waldyr Villela (PSD)

Justiça determina que Câmara de Ribeirão dê informações sobre uso do carro oficial pelo vereador afastado Waldyr Villela (PSD)

Agosto é um mês de 31 dias sem feriados, conhecido por ser demorado e também por marcar reviravoltas na política brasileira. Em 2018, espera-se que seja o mês da definição dos candidatos, com muitas convenções partidárias acontecendo para oficializar as candidaturas.

Eleições 2018: O que está em jogo

As eleições de 2018 terão disputas para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. A definição dos candidatos está acontecendo com as convenções partidárias, e a lista completa será publicada assim que todos estiverem registrados no Tribunal Regional Eleitoral. O primeiro turno está previsto para 7 de outubro.

O recesso parlamentar e a Câmara de Ribeirão Preto

O recesso parlamentar na Câmara de Ribeirão Preto termina em 2023, com o retorno das sessões a partir de quinta-feira. Entre as pendências, está a regulamentação dos aplicativos de transporte individual (Uber e 99), aprovada no primeiro semestre, e a discussão sobre o asfaltamento da Avenida Nova de Júlio, que ainda não possui projeto de lei.

O caso do vereador afastado Valdir Vilella

O vereador Valdir Vilella está afastado desde 11 de atrássto de 2022, acusado de exercício ilegal da medicina e uso da estrutura da Câmara para fins particulares. A denúncia foi feita pelo Jornal da Cidade em julho de 2022. O Gaeco investiga o caso e solicitou informações à Câmara sobre os gastos com o carro oficial utilizado por Vilella. A Justiça bloqueou quatro bens imóveis e cerca de R$ 70 mil em contas bancárias do vereador. Apesar dos bens bloqueados, o maior impacto no orçamento municipal é o pagamento do subsídio de R$ 3.800 mensais a Vilella e a seu suplente, totalizando R$ 165 mil desde o afastamento. O pagamento do subsídio a Vilella é questionado judicialmente, com um entendimento de segunda instância apontando a irregularidade, mas ainda sem jurisprudência definitiva. Vale ressaltar que Vilella nega as acusações e afirma que realizava filantropia na zona norte.

A situação de Valdir Vilella destaca a necessidade de decisões judiciais mais ágeis e um entendimento uniforme sobre o pagamento de subsídios a políticos afastados. A lentidão da justiça gera altos custos para a população. Apesar da irregularidade apontada, a devolução do valor recebido por Vilella é improvável, pois ele o recebeu amparado por decisão judicial.

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