Câmara deve plantio de 550 árvores por conta da construção do prédio anexo
De olho na política, direto da redação do Jornal da Cidade.
Projeto de Lei que Susta Decreto da Prefeitura
A sessão ordinária da Câmara Municipal terá em pauta um projeto de lei de autoria dos vereadores Lincoln Fernandes, Alessandro Maraca e Gianco Raúz, que visa sustar os efeitos de um decreto da prefeitura sobre a matriz tarifária do DAERP. A aprovação dependerá do parecer da comissão de Constituição e Justiça, considerando que projetos semelhantes foram considerados inconstitucionais no passado. Este é o projeto que mais chama atenção na pauta de hoje.
Dívida Ambiental da Câmara Municipal
A Câmara Municipal deve o plantio de 550 árvores, compromisso assumido em 2015 pelo então presidente Walter Gomes, após a remoção de 31 árvores para a construção de um novo prédio anexo. O atual presidente, Igor Oliveira, desconhecia o acordo e solicitou à Secretaria Municipal de Meio Ambiente um novo prazo para o plantio das árvores no Parque Maurílio Biage.
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Audiência Pública Conturbada sobre o Plano Municipal de Educação
A audiência pública para discutir o Plano Municipal de Educação foi marcada por polêmica. A presença de uma senhora com uma faixa pedindo intervenção militar causou revolta entre os professores, resultando em um princípio de confusão. O atraso e a interrupção da fala da secretária de Educação, Luciana Rodrigues, devido ao barulho da plateia, frustraram a audiência. Os professores demonstraram descontentamento com as modificações do plano original de 2015, alegando que a prefeitura o alterou para adequar ao orçamento municipal.
Outros pontos abordados foram o não comparecimento de deputados estaduais Léo Oliveira e Rafael Silva a uma reunião da Associação Comercial para explicar o voto na PEC 05-2016, que elevou o teto salarial dos servidores, e o anúncio de investimento de R$ 2 milhões em obras de recapeamento nas vias do entorno do aeroporto de Ribeirão Preto, graças a uma emenda parlamentar e pedido do vereador Igor Oliveira. As obras são consideradas essenciais devido ao intenso tráfego de caminhões pesados na região.