Darcy vera é advertida por viajar sem comunicar à Justiça; ex-prefeita de Ribeirão ganhou liberdade em dezembro
A prefeita de Sivera levou uma advertência da justiça por viajar a Minas Gerais sem autorização prévia, para visitar um parente enfermo. Apesar de estar em liberdade, ela cumpre medidas restritivas por sua condenação em primeira instância na Operação Sevandija e precisa comunicar qualquer viagem à justiça.
Puxão de orelha e medidas restritivas
A prefeita, condenada na Operação Sevandija, foi advertida pelo juiz Dr. Lúcio Anés da Silva Ferreira por não solicitar autorização judicial antes de viajar. A justiça destacou a necessidade de pedidos com tempo razoável para análise antes de qualquer viagem, devido às medidas restritivas impostas pela condenação em primeira instância. Ela está em liberdade, mas não pode viajar ou deixar o município de Ribeirão Preto sem autorização judicial.
Recursos da Sevandija e ressarcimento à prefeitura
Em outra frente da Operação Sevandija, o juiz de Ribeirão Preto decidiu que a prefeitura da cidade deve ser ressarcida antes da Fazenda Nacional pelos valores arrecadados com os leilões dos bens da empresa Timon Sera, que terceirizava obras para a prefeitura. A Fazenda Nacional pedia o uso desse dinheiro, que pode chegar a R$ 190 milhões, para pagar dívidas da prefeitura com a União. Essa decisão é de primeira instância e pode ser recorrida.
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Desdobramentos e expectativas
A população espera não apenas a punição dos envolvidos na Operação Sevandija, mas também a devolução integral dos recursos desviados aos cofres públicos. O dinheiro desviado poderia ter sido usado em benefício da população, em áreas como saúde e educação. Além do caso principal, outros desdobramentos da operação, como investigações sobre honorários advocatícios e a empresa Coderte, continuam em andamento na justiça, com algumas condenações já confirmadas.