Vereador quer propor a troca dos radares móveis por aparelhos fixos
Nesta segunda-feira, a CBN Ibiúna abordou os principais assuntos da semana, com a participação de Marcelo Fontes e Michelle Souza.
Radares Móveis x Radares Fixos
A polêmica em torno dos radares móveis em Ibiúna dominou a discussão. O vereador Orlando Pessotti protocolou um pedido para a abertura de uma comissão especial de estudos que visa substituir os radares móveis por radares fixos. A justificativa é que os radares fixos, como os das marginais da capital, promoveriam melhor educação no trânsito, ao contrário dos radares móveis, cujas localizações são divulgadas diariamente pela Transherp. Michelle destacou que a obrigatoriedade da divulgação se deve a questões legais e que a receita arrecadada com multas é publicada no portal da Transherp. Independentemente do tipo de radar, a ênfase foi dada à importância de respeitar os limites de velocidade. A troca para radares fixos representa uma decisão técnica, considerando eficiência e custo-benefício, além do aumento no tempo de fiscalização (24 horas por dia, em comparação com o horário de funcionamento dos radares móveis).
Semana da Mobilidade em Ibiúna
Uma reunião na Associação Comercial e Industrial de Ibiúna (ACII) às 18h30 desta segunda-feira marcou a abertura da Semana da Mobilidade, com o tema “Cidade para Pessoas”. Participaram o prefeito Arte Nogueira, Eduardo Molina, o vereador Marcos Papa e Silvio Contarte. O objetivo é promover um novo conceito urbano, priorizando pedestres e ciclistas. Michelle comentou sobre os desafios de Ibiúna em implementar tal sistema, considerando a necessidade de investimentos em transporte público e ciclovias. O fechamento de um trecho da Avenida 9 de Julho no dia 29 de setembro para atividades de lazer foi destacado como uma das ações da semana.
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Reestruturação do Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos (IPM)
O prefeito sancionou a lei de reestruturação do IPM, mas o sindicato dos servidores deve entrar com uma ação judicial para contestar a medida. A principal preocupação é com o aumento da contribuição dos servidores de 11% para 14%, e da prefeitura de 22% para 28%, o que, segundo o sindicato, representa uma redução salarial. Embora vários municípios já tenham aprovado reformas similares sem serem consideradas inconstitucionais, a questão central é se a justiça considerará o aumento da contribuição como uma redução salarial, o que é proibido por lei.
A semana em Ibiúna promete ser agitada, com debates acalorados sobre mobilidade urbana e questões previdenciárias, ambos com desdobramentos no judiciário.