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Vereadores voltam a debater sobre o número de cadeiras na Câmara Municipal de Ribeirão Preto
CBN de Olho na Política
Vereadores voltam a debater sobre o número de cadeiras na Câmara Municipal de Ribeirão Preto

Vereadores voltam a debater sobre o número de cadeiras na Câmara Municipal de Ribeirão Preto

Nesta terça-feira, a Câmara Municipal de Ribeirão Preto foi palco de discussões acaloradas sobre o número de cadeiras no legislativo. O tema, que parecia definido, voltou à tona, gerando divergências entre os vereadores.

Redução ou aumento de cadeiras?

A sessão foi marcada por uma grande divergência entre os vereadores. Enquanto alguns defendem a manutenção das atuais 27 cadeiras, outros propõem uma redução. Inicialmente, a expectativa era de uma redução para 22 cadeiras, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal. No entanto, um projeto de emenda à lei orgânica do município foi protocolado pelos vereadores Lincoln Fernandes e A. Quintunes, propondo a redução para apenas 20 cadeiras. Essa decisão, tomada sem o conhecimento prévio de outros vereadores durante uma reunião anterior à sessão, gerou mal-estar e indignação entre os parlamentares.

Proposta polêmica e seus desdobramentos

A proposta de redução para 20 cadeiras, apresentada pelos vereadores Lincoln Fernandes e A. Quintunes, gerou grande controvérsia. A falta de comunicação prévia sobre o protocolo do projeto na reunião anterior à sessão causou mal-estar entre os vereadores. Além disso, a questão do custo da construção de um anexo da Câmara, já quase pronto, com um grande número de salas e gabinetes, levanta questionamentos sobre a viabilidade da redução de cadeiras. A falta de consenso entre os vereadores sobre o número ideal de cadeiras (20, 22 ou 27) indica que o debate ainda está longe de ser concluído. Há também a questão do vereador Valdir Vilela, afastado em 2017 e que continua recebendo subsídio, elevando o número de vereadores remunerados para 28.

A situação é complexa e envolve diferentes interesses. O projeto de redução para 20 cadeiras precisa de mais sete assinaturas para ser votado. A discussão também inclui a redução do número de assessores, prevista em 35 vagas. A polêmica continua, com a possibilidade de greve dos servidores municipais, que reivindicam reajuste salarial, adicionando ainda mais tensão ao cenário político local. Acompanharemos os próximos desdobramentos dessa situação.

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