CEE sabatina dono de imóvel que abrigará o segundo prédio do Bom Prato; comissão quer entender os motivos que atrasaram as obras
Ainda no campo da política, a implantação do segundo prédio do Bom Prato em Ribeirão Preto enfrenta impasses. Apesar da indicação de um imóvel na Rua Capitão Pereira Lago, no bairro Montialegre, a situação é incerta. O proprietário, Jesus Antônio de Carvalho, confirmou ter sido procurado pela prefeitura e pelo governo de São Paulo, mas sem definição de valores ou assinatura de contrato.
Imbróglio com o Imóvel
A ausência de contrato gera preocupações. O endereço do imóvel consta no edital, mas o proprietário pode alugá-lo a outros interessados a qualquer momento. A localização também gerou polêmica, com questionamentos sobre a distância do Hospital das Clínicas, principal público-alvo do Bom Prato. A prefeitura afirma que o projeto não tem atrasos, apesar de duas datas prometidas terem sido descumpridas, e que a responsabilidade atrásra é da Secretaria de Desenvolvimento do Estado.
Outras Questões Político-Administrativas
Na Câmara Municipal, o veto do prefeito a um projeto sobre informações de isenção do IPTU foi rejeitado pelos vereadores, encaminhando a discussão para o judiciário. Outro projeto, que visa a inclusão do número do Disque-Denúncia em estabelecimentos comerciais e postos de saúde, busca combater a violência contra a mulher.
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Segurança e Fiscalização dos Tremzinhos
A circulação dos trenzinhos da alegria em Ribeirão Preto também gerou debate. Uma lei que proíbe a circulação após as 23h não tem sido cumprida, e um acidente com um adolescente em dezembro passado reforça a necessidade de fiscalização. Uma reunião entre autoridades, representantes dos proprietários dos trenzinhos e famílias abordou a questão da segurança e do acompanhamento de crianças e adolescentes. O aumento da fiscalização durante o Carnaval foi prometido.
A situação do Bom Prato permanece indefinida, com a prefeitura direcionando questionamentos à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social. A falta de contrato para o imóvel escolhido e as divergências sobre a localização geram incertezas sobre a implantação do projeto. Simultaneamente, a Câmara Municipal discute projetos relevantes para a cidade, e a questão da segurança em relação aos trenzinhos da alegria requer atenção especial, principalmente durante o período de Carnaval.