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Colunistas falam, entre outros assuntos, sobre a reunião da Câmara com relação às operadores de transporte por aplicativo
Política Brasileira
Colunistas falam, entre outros assuntos, sobre a reunião da Câmara com relação às operadores de transporte por aplicativo

Colunistas falam, entre outros assuntos, sobre a reunião da Câmara com relação às operadores de transporte por aplicativo

Ribeirão Preto enfrenta impasse na regulamentação de aplicativos de transporte

Reunião na Câmara Municipal pressiona empresas

Nesta segunda-feira, acontece uma reunião na Câmara Municipal de Ribeirão Preto para discutir a regulamentação das empresas de transporte por aplicativo. O prazo estabelecido pela prefeitura para a adesão à regulamentação, 21 de outubro, já expirou. A reunião tem como objetivo pressionar empresas como Uber e 99 a se regularizarem, já que Ribeirão Preto é uma das poucas cidades do interior paulista sem essa regulamentação.

Divergências entre Prefeitura, empresas e vereadores

As empresas de aplicativo alegam discordância com alguns pontos da regulamentação proposta pela prefeitura, citando inconstitucionalidades. A vereadora Glaucia afirma que o foco não é pressionar as empresas, mas sim defender motoristas e usuários, considerados as partes mais frágeis. Nos bastidores, comenta-se que a resistência das empresas se deve aos custos adicionais com impostos e taxas. A situação gera questionamentos sobre a justiça da cobrança de impostos para aplicativos, enquanto os taxistas já são regulamentados, embora a lei que os regulamenta seja de 1970 e uma proposta de atualização não tenha sido aprovada.

Caminhos para a solução do impasse

Duas soluções são possíveis: a prefeitura pode acionar as empresas na justiça para obrigá-las a cumprir a lei ou buscar um acordo para alterar os pontos considerados inconstitucional. A possibilidade de um Mandado de Segurança (MS) também é mencionada, tanto por parte da prefeitura quanto das empresas, caso a inconstitucionalidade seja comprovada. A discussão sobre o decreto legislativo do vereador Marcos Papa, que questiona pontos do decreto do prefeito, também é um ponto de tensão, pois sua iniciativa de suspender trechos da lei é considerada inconstitucional por alguns. A audiência pública na Câmara Municipal busca debater os problemas e encontrar soluções para o impasse.

A situação em Ribeirão Preto destaca a complexidade da regulamentação de aplicativos de transporte e a necessidade de diálogo entre prefeitura, empresas e vereadores para encontrar uma solução que atenda a todos os envolvidos, garantindo a legalidade e a segurança dos usuários e motoristas.

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