Motorista de empresa contratada para recolher animais é ouvido por integrantes de CPI; trabalhador teria eutanasiado um cavalo
Nesta edição, acompanhamos os desdobramentos da CPI da Eutanásia em Hiberão Preto, que investigou a morte de um cavalo. O motorista Gilson, funcionário da empresa contratada pela prefeitura para recolher animais, alegou ter recebido autorização da coordenadora Carolina Vilela para realizar o procedimento, apesar de não possuir qualificação para tal. A CPI ouviu Gilson, duas protetoras de animais que denunciaram o caso, e a própria Carolina Vilela.
A Eutanásia do Cavalo e as Divergências
A controvérsia central reside na autorização da eutanásia sem a presença de um veterinário, conforme previsto em contrato. Gilson afirmou ter mais de 20 anos de experiência com animais e ter observado que o cavalo não tinha condições de sobreviver. As protetoras, por sua vez, afirmam que solicitaram apenas atenção ao animal, não a sua eutanásia. A coordenadora Carolina Vilela, em depoimento, alegou que a prefeitura paga R$ 24 mil mensais à empresa de Gilson para o recolhimento de animais e que melhorias já foram implementadas desde o início da CPI, como a reposição de medicamentos.
A CPI e as Melhorias no Serviço de Recolhimento de Animais
A CPI revelou falhas no serviço de recolhimento de animais, incluindo a falta de veterinário em visitas de recolhimento, conforme o contrato. O vereador Marcos Papa, presidente da CPI, afirma que, desde o início das investigações, algumas melhorias já foram implementadas, como a reposição de medicamentos e a contratação de um novo veterinário. O conselho regional de medicina veterinária atestou melhorias na farmácia da clínica.
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A pauta da sessão da Câmara Municipal incluiu cinco projetos para votação e três vetos. Um veto importante foi sobre o projeto de lei que regulamentava a Feira do Sol, vetado por falta de informações sobre os produtos e participantes. Outro veto diz respeito às diretrizes orçamentárias de 2019, que envolvem emendas parlamentares no valor de R$ 399 milhões. Vereadores como Jorge Parada (85 milhões em emendas) e Maurício Gasparini (73 milhões em emendas) tiveram seus projetos afetados pelo veto. A polêmica em torno da destinação dessas emendas e a autonomia dos vereadores nesse processo também foram abordadas, com o vereador Alessandro Maraca retirando seu projeto da pauta após críticas.