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O Senado aprovou projeto de lei que inclui a promoção da cultura de paz e ações contra a violência, incluindo bullying, nas escolas. A matéria segue para sanção presidencial, porém, dados recentes preocupam.
Números alarmantes de bullying
Dados da Secretaria de Educação de São Paulo apontam aumento de 17% nos casos de bullying em 2017, totalizando quase três casos diários na rede estadual. Os registros são feitos por meio de notificações de alunos que sofrem humilhações constantes.
A importância da prevenção e conscientização
Especialistas afirmam que a nova lei apenas formaliza algo que já deveria ser prática comum. A psicóloga Dani-eliseotti destaca a necessidade de um trabalho conjunto entre escolas e famílias na identificação e prevenção do bullying. Ela enfatiza a importância de se abandonar a ideia de que bullying é algo normal na infância, e de se entender que as gerações e o contexto tecnológico atuais exigem novas abordagens.
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A prevenção, segundo a especialista, deve ser constante e sistemática, envolvendo palestras, peças de teatro, trabalhos em grupo e alertas na escola. A comunicação clara e a conscientização são cruciais, assim como a criação de um ambiente escolar acolhedor e acessível, onde os alunos se sintam confortáveis para relatar situações de bullying. A psicóloga também alerta para as graves consequências do bullying, incluindo o suicídio, que tem se tornado cada vez mais frequente entre crianças e adolescentes.
Combate ao bullying: um esforço conjunto
A conscientização sobre o bullying e suas consequências graves, como o suicídio, é fundamental. A prevenção requer um esforço conjunto de escolas, famílias e sociedade, com ações contínuas e sistemáticas, desde a infância. A comunicação aberta e a busca por ajuda profissional são essenciais para lidar com essa problemática.