Vereador protocola projeto que proíbe qualquer tipo de censura nas plataformas digitais da Prefeitura de Ribeirão
Nesta edição do nosso jornal, abordamos importantes acontecimentos políticos em Ribeirão Preto.
Censura nas Redes Sociais da Prefeitura
O vereador Macus Papo apresentou um projeto de lei para proibir a censura em redes sociais e meios digitais da Prefeitura. O projeto visa acabar com o bloqueio de comentários que contenham termos como “buracos”, “crateras”, “esburacada”, “nojeira”, “prefeitura”, “propaganda enganosa”, entre outros. Papo argumenta que a população tem o direito de expressar sua opinião sobre os problemas da cidade, mesmo usando palavras consideradas negativas pela administração municipal. O projeto deve ser votado após o recesso dos vereadores, na próxima quinta-feira.
Qualificação de Organizações Sociais e Vetos do Prefeito
O prefeito sancionou o projeto de lei que qualifica sete unidades de ensino como organizações sociais. Entre elas estão a Escola de Educação Infantil Vida Nova, a Creche Parque dos Pinheiros, a Creche Heitor Higino, a Creche Paulo Gomes Romeu, a Escola de Educação Infantil Ipiranga, e as Escolas de Educação Infantil Vila Tibério e Vila Virgínia. Embora uma unidade já esteja pronta e outras duas em fase de acabamento, o prefeito vetou três itens de emendas aprovadas pelos vereadores, incluindo a previsão de consulta pública para definir indicadores de qualidade. A expectativa é que as creches comecem a funcionar em outubro.
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Reajuste da Passagem de Ônibus e Decisão Judicial
A partir de amanhã, 31 de julho, a passagem de ônibus em Ribeirão Preto terá um aumento, passando de R$ 4,20 para R$ 4,40. Apesar do pedido do vereador Macus Papo para barrar o reajuste por meio de um mandado de segurança, a justiça negou o pedido, e o aumento será aplicado. Em outra decisão judicial, a Quarta Vara Criminal de Ribeirão Preto negou o pedido de suspensão do processo da Operação Cervandija, que investiga irregularidades em contratos da Codep. A justiça argumentou que o caso, diferente do caso Flávio Bolsonaro, não se baseou em dados do Coaf obtidos sem autorização judicial, mas sim em denúncia anônima e investigação posterior.
Os assuntos abordados demonstram a dinâmica política local, com debates sobre liberdade de expressão, melhorias na educação e impactos diretos na vida dos cidadãos de Ribeirão Preto. Acompanharemos o desenrolar dessas questões e traremos novas informações em nossas próximas edições.