Frequentadores do Centro de Ribeirão Preto questionam a presença de camelôs na região
Os frequentadores do centro de Ribeirão Preto notaram um aumento na movimentação na região do calçadão, devido às festas de fim de ano e ao aumento das compras. A prorrogação da permanência de ambulantes na região central, inicialmente prevista até o começo de dezembro, gerou questionamentos.
Prorrogação da Permanência de Ambulantes
O secretário de Turismo, Edmilson Domínguez, esclareceu que o prefeito Laércio Guerreiro prorrogou por mais três meses (90 dias) a permanência de 50 permissionários no quadrilátero central. Essa decisão se baseou em relatórios e acompanhamento feitos durante o primeiro período do decreto inicial. A prefeitura pretende transferir esses permissionários para o Centro Popular de Compras (CPC) e o Shopping Popular de Compras (SPC) após o término do prazo.
Apresentações Artísticas e Culturais
Além dos ambulantes, o calçadão também abriga apresentações musicais e artísticas, fruto de uma parceria entre a prefeitura e o Ministério Público. Essas apresentações, iniciadas em novembro, oferecem entretenimento gratuito à população. Artistas de rua que desejam se apresentar na região precisam de autorização da prefeitura, principalmente para eventos com instalações elétricas e de som.
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Fiscalização e Projetos para Vendedores
Inicialmente, 50 vagas foram sorteadas entre 91 vendedores ambulantes. A prefeitura tem um projeto para atender os 41 vendedores restantes, com a fila de espera sendo atualizada conforme desistências e desclassificações por descumprimento de regras. A fiscalização no Centro Popular de Compras (CPC) resultou em notificações para comerciantes irregulares, com prazo de desocupação em dezembro. A prefeitura também trabalha em um estudo para alterar a legislação que regula o CPC, melhorando as condições para permissionários e frequentadores.
A prefeitura também busca recursos para restaurar a Maria Fumaça, com a possibilidade de transformá-la em um trem turístico. A decisão sobre sua permanência em Ribeirão Preto depende de uma decisão judicial, e a prefeitura busca parcerias para viabilizar o projeto de restauro.