Unidade II do Restaurante Bom Prato deverá ficar a 1,5 km do Hospital das Clínicas da USP
De olho na política de Ribeirão Preto, acompanhamos os desdobramentos da construção da segunda unidade do Bom Prato e a situação dos servidores municipais após a greve.
Segunda Unidade do Bom Prato: Impasse e Indecisão
O projeto da segunda unidade do Bom Prato em Ribeirão Preto enfrenta impasses. Após anúncio na AgriShow de mudança de local para a Avenida Lucas Nogueira Garces, o secretário de Assistência Social, Guido Descinde Filho, confirmou que o empresário responsável pela construção desistiu do empreendimento. A justificativa foi a inviabilidade de construir o restaurante próximo ao ambulatório da USP, local inicialmente desejado pelo empresário. O projeto, portanto, retorna à estaca zero, com a localização prevista na Rua Capitão Pereira Lago, a mais de um quilômetro do Hospital das Clínicas. A prefeitura admite que não há nenhum documento assinado garantindo o local, e o proprietário do imóvel pode alugá-lo para outra pessoa.
Servidores Municipais e Reposição de Dias de Greve
Os servidores municipais de Ribeirão Preto têm até 9 de junho para se cadastrarem e compensarem os dias parados durante a greve, ocorrida em abril. A adesão ao programa de reposição de horas pode ser feita pela internet, e a decisão é irreversível após a confirmação. Quem não aderir ou não cumprir integralmente as horas, terá os valores descontados do salário e poderá sofrer prejuízos na carreira. A greve continua, com a categoria buscando um reajuste de 5,48%, e o assunto permanece judicializado.
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Sessão da Câmara Municipal
A sessão da Câmara Municipal foi tranquila, com destaque para a aprovação do projeto de lei do vereador Rodrigo Simões. Este projeto prevê a cassação do alvará de estabelecimentos onde ocorrerem crimes ou assassinatos. Acompanharemos se o prefeito sancionará a lei.
Em resumo, a situação do Bom Prato permanece indefinida, com a localização ainda incerta e sem garantias. A questão dos servidores municipais também segue em aberto, aguardando desfecho judicial e a definição das compensações pela greve. A aprovação do projeto de lei na Câmara Municipal adiciona um novo elemento à dinâmica política da cidade.