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Após retorno à Câmara, Waldyr Villela pede para usar o mesmo gabinete que ocupava antes de seu afastamento
CBN de Olho na Política
Após retorno à Câmara, Waldyr Villela pede para usar o mesmo gabinete que ocupava antes de seu afastamento

Após retorno à Câmara, Waldyr Villela pede para usar o mesmo gabinete que ocupava antes de seu afastamento

O vereador Valdir Vilela reassumiu seu cargo na Câmara Municipal após um afastamento desde atrássto de 2017. Seu retorno gerou uma discussão sobre a ocupação de gabinetes, já que o regimento interno não define critérios para a sua distribuição.

Gabinetes e seus impasses

A falta de regras claras sobre a atribuição de gabinetes já causou conflitos no passado, inclusive com vereadores utilizando a tribuna para discutir o tema em 2017. A alocação se dá, na prática, por um sistema informal de escolha, sem sorteio ou critérios objetivos. O vereador Boney, por exemplo, ocupou um espaço improvisado por falta de gabinetes suficientes, abrindo mão da escolha de um local melhor.

Mudança para o novo prédio e número de cadeiras

Com a mudança para um novo prédio anexo, espera-se que os vereadores mantenham os mesmos números de gabinete para facilitar correspondências com eleitores. No entanto, a grande questão nos bastidores da Câmara é a definição do número de cadeiras para a próxima legislatura. Existem projetos propondo a manutenção de 27 cadeiras, a redução para 23 ou mesmo para 20, enquanto a justiça definiu 22. A decisão final precisa ser tomada até outubro.

Atividades dos vereadores e outros assuntos

Além da questão dos gabinetes e do número de cadeiras, outras atividades e discussões estão em andamento na Câmara. Uma CPI investiga a responsabilidade da Secretaria Municipal da Educação em relação a uma morte ocorrida em uma escola em novembro de 2023. O secretário da Educação será convocado para prestar esclarecimentos sobre as condições estruturais das escolas, o laudo da morte do garoto e o cancelamento da reestruturação elétrica. Outro ponto importante é a polêmica em torno do Plano Municipal de Educação, que enfrenta críticas por sua falta de clareza e por não ter consultado o Conselho Municipal de Educação. A situação da escola Antônio Palosso, fechada por risco de incêndio, também permanece indefinida, com divergências entre a prefeitura e o Ministério Público sobre a segurança do prédio. Por fim, uma reunião pública discutirá hortas urbanas, com a participação prevista do Ministério Público.

As discussões sobre gabinetes, número de cadeiras e as questões relacionadas à educação demonstram a complexidade do cenário político na Câmara Municipal de Ribeirão Preto. Acompanharemos os desdobramentos dessas questões e manteremos os ouvintes informados.

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