Colunista comenta sobre como deve funcionar equipe econômica formada pelo presidente Jair Bolsonaro
O próximo governo brasileiro terá mudanças significativas na condução da política econômica, apesar de haver uma aparente continuidade com o atual cenário. A nova equipe econômica, embora não oficialmente divulgada, indica uma tendência de centralização de poder e decisões mais rápidas, com menos discussão pública.
Privatizações e Concessões: Aceleração dos Investimentos
Uma das prioridades será a aceleração das privatizações e concessões públicas, visando ampliar os investimentos em infraestrutura, principalmente em áreas como saneamento básico e transportes. A expectativa é de que isso gere empregos e impulsione o crescimento econômico a curto prazo.
Combate à Corrupção e Centralização do Poder
A atuação conjunta do Ministério da Justiça e da Economia, com foco no combate à corrupção, é outro ponto crucial. Medidas mais rígidas em licitações e a busca por maior agilidade nas decisões visam melhorar a eficiência e a transparência, atraindo investimentos estrangeiros e impulsionando a economia. Essa centralização de poder, no entanto, pode gerar conflitos com o legislativo e o tecido político.
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Desafios e Expectativas
Embora a intenção seja positiva, o sucesso dessa estratégia depende de vários fatores. A reação da sociedade e do Congresso Nacional será fundamental. A crise fiscal, que exige ajustes no gasto público, também representa um grande desafio. A expectativa é de que as prioridades do novo governo sejam definidas e divulgadas no início do ano, marcando o início de uma nova fase na economia brasileira, com a promessa de crescimento econômico e melhoria na qualidade de vida da população, buscando reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.