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Colunista comenta a meta inflacionária para 2018 e as projeções para os três próximos anos
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Colunista comenta a meta inflacionária para 2018 e as projeções para os três próximos anos

Colunista comenta a meta inflacionária para 2018 e as projeções para os três próximos anos

O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou novas metas para a inflação no Brasil, sinalizando estabilidade econômica e perspectivas positivas para os próximos anos.

Metas de Inflação para os Próximos Anos

A meta para 2018 é de 4,5%, com expectativa de fechamento em torno de 3,7%. Para 2019, a meta foi reduzida para 4,25%, e para 2020, para 4%. Uma importante novidade é a definição da meta para 2021 em 3,75%, representando uma redução anual de 0,25% no centro da meta para os três anos seguintes. Essa redução gradual demonstra a confiança do CMN na capacidade do Brasil em controlar a inflação, convergindo para índices próximos aos de países desenvolvidos.

Impacto na Economia e na Vida do Brasileiro

O cumprimento dessas metas exige constante vigilância do Banco Central e impacta diretamente na taxa de juros e no dia a dia dos brasileiros. A taxa de juros brasileira é atualmente menor que a da maioria dos países emergentes, demonstrando a solidez da economia nacional. A expectativa é de manutenção da taxa de juros para este ano, sem previsão de aumento.

Cenário Positivo e Perspectivas Futuras

Além do controle da inflação, outros indicadores econômicos apontam para um cenário positivo. A arrecadação do governo federal em maio apresentou crescimento real de 5,7% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, e de 7,8% no acumulado do ano. O crescimento do crédito imobiliário também é um sinal animador, com alta de 9,4% em maio em relação a abril e de 26,1% em relação a maio de 2017. Esse crescimento impulsiona o setor imobiliário, gerando empregos e contribuindo para a estabilidade econômica. Apesar de os números de junho poderem ser afetados pela greve dos caminhoneiros, a perspectiva é de retomada da normalidade em julho, com inflação de varejo anualizada na casa dos 3%. O Brasil demonstra, portanto, uma evolução progressiva, ainda que gradual, em sua trajetória econômica.

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