Economista comenta a Reforma Trabalhista que começa a valer neste sábado (11)
A reforma trabalhista, que entra em vigor no dia 11, promete mudanças significativas na relação entre empregados e empresas. Especialistas analisam os impactos dessa nova legislação na economia brasileira.
Negociação e Segurança Jurídica
A reforma prioriza a segurança jurídica nas relações de trabalho e fortalece a negociação entre empregados e empregadores. Empresas com mais de 40 funcionários podem negociar diretamente com seus colaboradores, mesmo sem sindicato, definindo aspectos como horários de almoço, por exemplo. Essa flexibilidade busca melhorar a empregabilidade e a satisfação de ambos os lados.
Impulso à Economia e Geração de Empregos
A regulamentação da terceirização e do trabalho intermitente, prevista na reforma, é apontada como um fator que pode impulsionar a geração de empregos. A clareza dessas novas regras proporciona segurança jurídica para empresas, incentivando a contratação e a expansão de negócios. A experiência internacional, com exemplos na Alemanha e Espanha, sugere que reformas semelhantes podem levar a um crescimento econômico e à redução do desemprego, embora seja necessário considerar outros fatores conjunturais.
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Perspectivas Positivas e Cautela
Embora a reforma traga perspectivas positivas para a economia brasileira, é importante ressaltar que a adaptação à nova legislação levará tempo. A expectativa é de melhorias na empregabilidade e na relação entre empregados e empregadores, contribuindo para um desenvolvimento econômico mais sustentável. A legislação prevê punições para abusos por parte do empregador, garantindo os direitos dos trabalhadores. A reforma busca modernizar as relações de trabalho, promovendo uma parceria entre empregados e empregadores para o crescimento econômico.