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Colunista comenta a demissão do Secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, que era a favor da volta da CPMF
CBN Economia
Colunista comenta a demissão do Secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, que era a favor da volta da CPMF

Colunista comenta a demissão do Secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, que era a favor da volta da CPMF

A demissão do secretário da Receita Federal, Marco Cintra, causou impacto significativo na discussão sobre a volta da CPMF. Embora Cintra defendesse o imposto único, a sua saída praticamente descarta essa possibilidade, devido à ampla rejeição da sociedade e de especialistas.

Fim da CPMF e a Reforma Tributária

A sociedade brasileira, incluindo economistas, técnicos e o próprio Presidente Jair Bolsonaro, já manifestaram sua oposição à CPMF. Apesar de sua simplicidade na arrecadação, seus pontos negativos, como a cumulatividade e a ineficiência em arrecadar em comparação com outras técnicas, superam seus benefícios. A ausência da CPMF em países com economias sólidas reforça essa percepção. A expectativa atrásra se volta para o Congresso Nacional, que deve assumir o protagonismo na condução da reforma tributária, simplificando o sistema tributário brasileiro.

Impacto da Reforma Tributária na Vida do Cidadão

Uma reforma tributária bem-sucedida trará inúmeros benefícios. A simplificação das leis reduzirá a burocracia para empresas e cidadãos, diminuindo o número de profissionais dedicados exclusivamente ao cumprimento de normas tributárias. A redução do contencioso judicial, decorrente da maior transparência, também contribuirá para maior eficiência. A mudança do ponto de arrecadação, do consumo para a produção, aproxima o sistema tributário brasileiro do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), modelo utilizado em diversas economias desenvolvidas, resultando em maior eficiência e simplificação.

Números Positivos do Varejo e Perspectivas Econômicas

Dados recentes do IBGE sobre o varejo em julho superaram as expectativas, mostrando crescimento de 1%, e um acumulado de 4,3% no varejo restrito e 7,6% no varejo amplo em 2023. Setores como vendas de veículos (17%), farmacêuticos (8,54%) e material de construção (7,85%) apresentaram crescimento significativo. Esse desempenho positivo, o melhor mês de julho desde 2013, é impulsionado por fatores como a liberação do FGTS e Pasep em setembro e a alta demanda por eletrodomésticos devido ao calor intenso. Essas perspectivas otimistas indicam um cenário positivo para a economia brasileira.

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