Com a pandemia do novo coronavírus os intercâmbios culturais migraram para o ambiente online; colunista analisa a mudança
O ano de 2020 foi devastador para o mercado de intercâmbios educacionais. Com a pandemia do novo coronavírus, o número de brasileiros buscando experiências no exterior caiu cerca de 80%, levando ao fechamento de mais de 400 agências. Antes da pandemia, o crescimento anual era de 20%, com 325 mil estudantes em 2019 movimentando US$ 1,2 bilhão.
Intercâmbio Online: Uma Nova Realidade
Diante das restrições de viagens, o intercâmbio online ganhou força. Plataformas virtuais conectam alunos de diferentes países com professores de universidades e escolas de idiomas estrangeiras, permitindo aulas ao vivo, trabalhos em grupo e a construção de laços culturais. Essa modalidade prepara os estudantes para quando puderem viajar presencialmente.
Novas Oportunidades e Adaptação do Mercado
Apesar do cenário desafiador, as agências de intercâmbio se adaptaram. Algumas oferecem pacotes híbridos, combinando aulas online e presenciais, com preços mais acessíveis. Além disso, novas parcerias com instituições em países como Alemanha e Portugal surgiram, abrindo novas oportunidades para os estudantes brasileiros. Startups também estão surgindo para auxiliar na busca por oportunidades, criando plataformas que conectam estudantes com escolas e fornecedores de serviços em todo o mundo.
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O futuro do intercâmbio é promissor, mesmo com as incertezas. A modalidade online veio para ficar, oferecendo flexibilidade e acessibilidade. Para aqueles que sonham com uma experiência internacional, seja presencial ou virtual, as oportunidades persistem e se diversificam a cada dia, com novas soluções surgindo para atender às necessidades dos estudantes.