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Saiba quais chupetas são menos prejudiciais às crianças
CBN Filhos e Cia
Saiba quais chupetas são menos prejudiciais às crianças

Saiba quais chupetas são menos prejudiciais às crianças

A chupeta é um item bastante controverso, e sua utilização deve ser avaliada com cuidado. Segundo recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Academia Americana de Pediatria, a chupeta pode acalmar bebês em momentos específicos, mas seu uso deve ser breve e não frequente.

Tipos de chupetas e tamanho ideal

Existem diferentes formatos de chupetas, e a escolha deve levar em consideração o tamanho da boca da criança e sua idade. O ideal é optar por chupetas menores, para evitar o uso prolongado. Nos primeiros anos de vida, a sucção é um reflexo importante para o desenvolvimento infantil, sendo o aleitamento materno a forma ideal de suprir essa necessidade. A chupeta pode ser usada em situações pontuais, como enquanto a mãe se prepara para amamentar, para evitar que o bebê engula muito ar.

Benefícios e riscos do uso da chupeta

Embora possa auxiliar em alguns momentos, o uso prolongado da chupeta apresenta riscos. A chupeta pode interferir no aleitamento materno, afetar a formação da cavidade oral e dos dentes, além de prejudicar a respiração adequada. A higiene da chupeta também é crucial, pois a falta dela pode aumentar o risco de infecções. A chupeta compartilhada entre irmãos aumenta ainda mais esse risco.

Uso prolongado e consequências

O uso prolongado da chupeta, especialmente após o primeiro ano de vida, pode levar à infantilização, interferir na formação da dentição e aumentar o risco de infecções. Muitas vezes, o uso prolongado está associado a fatores culturais ou ao nascimento de um irmão mais novo, que desloca a atenção dos pais para a criança mais velha. O ideal é que o uso da chupeta seja o mais breve possível, preferencialmente até o primeiro ano de vida, para que a criança se desapegue naturalmente.

Em resumo, a decisão sobre o uso da chupeta deve ser ponderada, considerando os benefícios pontuais e os riscos a longo prazo. Priorizar o aleitamento materno e buscar métodos alternativos para acalmar o bebê, como banho morno, afagos e carinho, são sempre as melhores opções.

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