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Pediatra dá dicas aos pais sobre como agir no processo do desfralde
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Pediatra dá dicas aos pais sobre como agir no processo do desfralde

Pediatra dá dicas aos pais sobre como agir no processo do desfralde

Quem tem filhos sabe o quanto o desfralde é um momento importante no desenvolvimento infantil. Especialistas afirmam que, nessa fase, a criança começa a associar suas ações com o ato de urinar e defecar, buscando controle sobre o próprio corpo.

A Idade Ideal para o Desfralde

Segundo o Dr. Iván Saveoli Ferras, a idade ideal para iniciar o processo de desfralde gira em torno dos dois anos. No entanto, essa é uma faixa etária bastante variável, podendo se estender até os quatro anos, dependendo da criança. Sinais como a capacidade de andar e ficar em pé, além de avisar quando sente vontade de ir ao banheiro, indicam que a criança pode estar pronta.

O Processo de Desfralde: Dicas e Paciencia

O Dr. Ferras recomenda que os pais levem a criança ao penico ou privada em horários específicos, principalmente se a criança demonstra regularidade na necessidade. É importante que a criança consiga apoiar os pés no chão e ficar sentada por 10 a 15 minutos. Criar um ambiente confortável e usar distrações, como brinquedos ou histórias, podem facilitar o processo. Acontecerem acidentes, como xixi na cama, é normal. Estatísticas americanas mostram que 85% das crianças controlam o xixi noturno até os cinco anos, sendo que a maioria controla até os 15 anos. A paciência é fundamental, pois quase todas as crianças alcançam o controle.

Desfralde em Casa e na Escola: Uma Parceria Essencial

O desfralde deve ser um esforço conjunto entre pais e escola. Algumas escolas optam pelo desfralde coletivo, com vantagens e desvantagens. A vantagem é o efeito de imitação entre as crianças, mas a desvantagem é que nem todas estarão no mesmo estágio de desenvolvimento. O importante é a comunicação e o alinhamento entre escola e família.

Para crianças com dificuldades, o Dr. Ferras enfatiza que não há tratamentos específicos, apenas a necessidade de reconhecer os sinais de prontidão da criança e, acima de tudo, ter paciência. Os acidentes devem ser vistos como parte do processo, sem culpar a criança. Com paciência e compreensão, a maioria das crianças alcança o controle dos esfíncteres.

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