Tempo seco provoca aumento nos casos de rinite e sinusite
O inverno de 2017 foi excepcionalmente seco, com mais de três meses sem chuva. Isso impactou diretamente a saúde da população, comprometendo a imunidade e gerando preocupação, principalmente entre os pais, que lotaram os pronto-socorros em busca de orientação.
Cuidados com as vias respiratórias
A baixa umidade do ar causa problemas respiratórios, como resfriados. No inverno seco, o catarro fica mais espesso, dificultando a respiração e prolongando a duração da doença (que pode dobrar de tempo em comparação com períodos chuvosos). A recomendação principal é aumentar a ingestão de líquidos, incluindo sucos diluídos com água para tornar a hidratação mais atraente para crianças. O uso de soro fisiológico também é crucial.
Ambiente doméstico e umidificação
Para melhorar a umidade do ar em casa, o uso de umidificadores é recomendado, mesmo durante toda a noite, desde que haja circulação de ar (portas e janelas abertas). A secura excessiva pode agravar problemas como rinite, sinusite e otite, pois o catarro grosso dificulta a drenagem natural das vias respiratórias, podendo levar a infecções bacterianas que exigem atenção médica. A falta de tratamento adequado na infância pode acarretar problemas futuros, como interferência na audição (otite) e piora de condições como asma.
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Ar condicionado e outras considerações
O uso de ar condicionado, embora comum em épocas de calor, agrava o problema da baixa umidade. Seu uso requer ainda mais atenção à hidratação e ao uso de soro fisiológico. Outras medidas importantes incluem não fumar dentro de casa e manter o ambiente limpo. Mesmo em períodos de calor no inverno, a umidade do ar precisa ser monitorada e cuidados preventivos devem ser tomados para evitar problemas respiratórios.



