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Você sabia que problema com colesterol também pode acometer crianças?
CBN Filhos e Companhia
Você sabia que problema com colesterol também pode acometer crianças?

Você sabia que problema com colesterol também pode acometer crianças?

Crianças também podem apresentar altos níveis de colesterol, um problema que surge devido a diversos fatores, como explica o Dr. Jair de Carvalho Junior.

Colesterol em crianças: causas e fatores de risco

O Dr. Jair destaca a importância de conhecer os tipos de colesterol (LDL – ruim e HDL – bom) e seus níveis. A obesidade e a má alimentação são fatores que contribuem para o aumento do colesterol ruim (LDL). No entanto, é importante ressaltar que nem todos os obesos terão problemas com colesterol, e nem todos os não obesos estarão livres. O sedentarismo agrava a situação, pois a atividade física ajuda a mobilizar o colesterol, dificultando a formação de placas nas artérias.

A negligência dos pais e a importância da prevenção

Muitos pais acreditam que devem levar seus filhos ao pediatra apenas quando estão doentes. O Dr. Jair enfatiza a importância de consultas regulares, a cada seis meses, para monitorar o crescimento, desenvolvimento e, crucialmente, os níveis de colesterol, principalmente em crianças com histórico familiar da doença. A detecção precoce permite identificar causas genéticas ou relacionadas à dieta e implementar medidas preventivas.

Alimentação escolar e hábitos saudáveis

Controlar a alimentação de crianças, especialmente as que frequentam escolas, é um desafio. A participação de escolas e pais é fundamental. O Dr. Jair defende a orientação de nutricionistas para as cantinas e merendas escolares, considerando a faixa etária e as necessidades nutricionais. Ele destaca a alarmante taxa de obesidade infantil, ligada à má alimentação e sedentarismo, e a importância de uma alimentação adequada na escola, onde as crianças passam grande parte do dia.

Para crianças com colesterol alto, a recomendação é seguir uma dieta específica, evitando alimentos hipercalóricos, como gorduras, carboidratos e açúcares em excesso. Em casos de problemas genéticos, medicamentos podem ser necessários, sob orientação médica. A prática regular de atividades físicas é essencial. A prevenção e o acompanhamento médico são cruciais para evitar complicações futuras, como infartos e derrames, que estão ocorrendo cada vez mais cedo na vida.

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