Liderança que mata? Saiba como administrar uma equipe de forma salutar
Nesta segunda-feira, o professor Davi Forle participou do programa da Rádio CBN Ribeirão para discutir um tema intrigante: a liderança que mata. A discussão foi baseada em uma pesquisa da professora Greta Cammins sobre liderança em ambientes de saúde.
Liderança Resonante x Liderança Dissonante
A pesquisa da professora Cammins categorizou a liderança em dois tipos: a resonante, que promove colaboração e um ambiente de trabalho positivo, e a dissonante, caracterizada pela ausência, descompromisso e falta de atenção às necessidades da equipe. A pesquisa comparou hospitais com maior incidência de cada tipo de liderança.
Impacto da Liderança na Mortalidade e Satisfação do Paciente
Os resultados foram surpreendentes: hospitais com liderança dissonante apresentaram maior mortalidade, mais erros médicos e menor satisfação do paciente. Em contraponto, hospitais com liderança resonante mostraram índices menores de mortalidade e erros, além de maior satisfação entre os pacientes. Esses dados demonstram o impacto direto da liderança na qualidade do atendimento e na segurança dos pacientes.
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O Legado da Liderança
O professor Davi Forle destaca a importância da liderança presente e engajada, que acompanha de perto o trabalho da equipe, minimizando riscos e promovendo um ambiente de responsabilidade compartilhada. A pesquisa reforça a ideia de que uma liderança ausente pode ter consequências graves e que o verdadeiro legado de um líder está em construir equipes comprometidas e responsáveis, capazes de entregar resultados mesmo sem supervisão constante. A reflexão sobre o tema permanece para todos nós.



