Colunista lamenta o desequilíbrio ambiental ocasionado pelo uso desenfreado dos recursos naturais
Fernando Cassabe inicia o programa desejando uma boa tarde e comentando sobre a proximidade do Réveillon, uma data especial que celebra não apenas a festa, mas também a renovação e a esperança de um novo ciclo com novas propostas e desafios.
A crença na virada do ano
Cassabe destaca a energia inexplicável que cerca o Réveillon, com pessoas criando listas de propósitos, realizando rituais como pular sete ondas ou chupar sete bagos de romã. Ele enfatiza que qualquer forma de celebrar essa passagem importante é válida, respeitando as crenças individuais.
Mudanças de estilo de vida e o meio ambiente
O apresentador retoma a discussão sobre mudanças de estilo de vida, como o veganismo, que ele considera uma filosofia e não uma religião. Ele menciona os impactos ambientais, exemplificando com as chuvas intensas na Europa e as mudanças no padrão de chuvas no Brasil, que estão se tornando mais pesadas e menos distribuídas. Cassabe relaciona essas mudanças climáticas com a urgência de se adotar práticas sustentáveis.
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A ineficiência da boa intenção
Cassabe cita a COP25, que teve problemas de logística e localização, e destaca um episódio curioso: a única opção vegetariana disponível era em uma caminhonete, gerando filas gigantescas. Isso ilustra a dificuldade de conciliar a boa intenção com a ação eficiente, mostrando que mudar hábitos requer planejamento e consideração de diversos fatores. Ele aconselha, para quem deseja mudar de hábitos alimentares, consultar um médico, acompanhar a produção dos alimentos e elaborar uma lista de prioridades para evitar frustrações.
O programa termina com Cassabe desejando um bom Réveillon e finalizando a conversa, prometendo continuar a discussão sobre o tema no próximo dia.



