Colunista fala sobre a história do livro “Vinho e Guerra”, do jornalista Don Kladstrup e sua esposa Petie
Neste artigo, exploramos a fascinante história do burrico de São Martinho e seu impacto inesperado na vinicultura, a partir de um relato em um programa de rádio.
O Burrico e as Videiras
A história, baseada no livro “Vinho e Guerra”, narra a saga dos franceses na Segunda Guerra Mundial para proteger seus vinhos dos nazistas. Um trecho do livro fala sobre a preocupação dos produtores em melhorar seus processos de produção, ainda presos a métodos medievais. A narrativa então se concentra em São Martinho, zelador de um mosteiro no século IV, e seu burrico.
A Destruição e a Descoberta
São Martinho, responsável também pelo vinhedo do mosteiro, amarra seu burrico próximo a videiras enquanto cuida de suas tarefas. Ao retornar, descobre que o animal danificou consideravelmente as plantas. Apesar do susto inicial e da bronca dos superiores, o resultado foi surpreendente: no ano seguinte, as videiras danificadas produziram uvas em maior abundância e qualidade.
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A Lição do Burrico
A partir desse incidente, os monges entenderam a importância da poda das videiras. Essa história ilustra como um evento aparentemente negativo pode levar a descobertas importantes e mudanças significativas em práticas ancestrais. A narrativa finaliza com a recomendação do livro “Vinho e Guerra”, que detalha a luta dos franceses para preservar seu patrimônio vitivinícola durante a Segunda Guerra Mundial, incluindo estratégias engenhosas de ocultação de vinhos valiosos.



