Colunista fala do tradicional churrasco
O ano de 2017 foi marcado por um crescimento significativo do churrasco brasileiro, não apenas em número de casas, mas também em sua exportação para diversos países e culturas. Este sucesso se deve, em parte, a um marketing estratégico que focou no jeito brasileiro de preparar o churrasco, algo que se diferencia da ênfase argentina e uruguaia na carne em si.
O sucesso do churrasco brasileiro
Ao contrário de outros países, o Brasil criou uma experiência completa em torno do churrasco, incluindo entradas variadas, como polenta, banana e cebola, e até mesmo a inclusão de opções de sushi nos cardápios de churrascarias. Essa opção de comida japonesa, oferecida como alternativa leve à proteína bovina, se tornou um diferencial, principalmente para o público jovem.
Equilíbrio e moderação
Embora o churrasco seja uma tendência mundial, com o carvão presente em diversas receitas, é importante ressaltar a necessidade de equilíbrio e moderação no consumo. A fumaça do carvão, em excesso, pode ser prejudicial à saúde. A recomendação é desfrutar do churrasco com moderação, como um evento especial, e não como um hábito diário.
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O churrasco como tendência para o futuro
Com a chegada do fim do ano, muitos planejam reunir amigos para um churrasco. Essa escolha reflete a força da tradição churrasqueira brasileira, que continua forte em todo o país. De norte a sul, as churrascarias são comuns, muitas com referências gaúchas, mostrando a influência da cultura do pampa gaúcho na culinária brasileira. O churrasco, portanto, se apresenta como uma tendência promissora para 2018 e os anos seguintes, desde que apreciado com consciência e equilíbrio.



