Greve dos caminhoneiros reflete nos preços dos alimentos; assunto é o tema da coluna desta quarta-feira (30)
A greve dos caminhoneiros trouxe impactos significativos para o setor alimentício, principalmente para restaurantes e cozinhas industriais. Os preços de alimentos subiram consideravelmente, afetando diretamente o dia a dia desses estabelecimentos.
Impacto nos preços de alimentos
Com a paralisação dos caminhões, houve escassez de produtos, especialmente verduras e legumes. O preço da gasolina também aumentou, atingindo valores entre R$ 4,70 e R$ 5,00, enquanto o etanol variou entre R$ 2,55 e R$ 3,50. A batata e o tomate, por exemplo, tiveram seus preços multiplicados por 8, 9 ou até 10 vezes.
Adaptação dos restaurantes
Diante da situação, muitos restaurantes tiveram que se reinventar. A falta de ingredientes obrigou diversos estabelecimentos a reformular seus cardápios, substituindo itens indisponíveis ou muito caros. A procura por alimentos mais baratos, como massas, aumentou, enquanto o consumo de verduras e legumes caiu devido aos preços elevados.
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Perspectivas futuras
A expectativa é que o abastecimento se normalize gradualmente e os preços voltem aos níveis anteriores. No entanto, a recuperação será lenta, e muitos comerciantes ainda sofrem com as perdas de mercadorias durante a greve. A situação continua delicada e requer atenção contínua por parte dos consumidores e dos estabelecimentos do setor alimentício.



