Colunista fala sobre as receitas de estrogonofe e sobre o Dia da Liberdade, em Portugal
Um almoço em Ribeirão Preto e reflexões sobre o futuro da gastronomia
De Ribeirão Preto a um delicioso Estragonófide Colipero
A jornada gastronômica começou em Ribeirão Preto, mais precisamente em Jardimófili, onde os jornalistas Fernando e Casabe almoçaram com colegas da ETV Ribeirão, Sérgio Oliveira e Claudio Megodoí. O prato principal? Um delicioso Estragonófide Colipero, uma experiência gastronômica única.
Em seguida, a dupla se dirigiu ao restaurante da comerciante Ivone, na FIES, onde saborearam um Esfolonofo de Cordeiro, um prato com influências árabes que mantém a essência da culinária tradicional russa. A discussão sobre a evolução deste prato e sua adaptação à culinária brasileira ao longo dos anos, desde sua origem nas boates de Copacabana nos anos 50, enriqueceu a experiência.
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A transparência na informação sobre ingredientes nos restaurantes
A conversa se voltou para um projeto de lei sobre a obrigatoriedade de informação sobre ingredientes nos restaurantes, especialmente sobre a presença de glúten e outros alérgenos. Fernando e Casabe discutiram a importância da transparência e o movimento crescente de restaurantes que adotam sinalizações detalhadas sobre os ingredientes de seus pratos, atendendo às necessidades de clientes com alergias e intolerâncias alimentares. A tendência é que essa prática se torne cada vez mais comum, impulsionada pela demanda do consumidor por informação completa e precisa.
Memórias e o Dia da Liberdade em Portugal
A conversa se estendeu para uma reflexão sobre o Dia da Liberdade em Portugal e a história por trás da canção “Grândola, Vila Morena”. A jornalista Rosana Zairá trouxe à tona a importância da canção “E Depois, o Diabo”, uma canção de amor que serviu como senha para o início da Revolução dos Cravos, e o papel da música como símbolo de resistência e mudança social. A memória e a importância da preservação da história foram destacadas, mostrando a riqueza da cultura e a força da comunicação.
A conversa fluiu naturalmente entre assuntos gastronômicos, projetos de lei e histórias da revolução portuguesa, demonstrando a riqueza das conversas informais e a importância da memória e da transparência em diferentes aspectos da vida.



