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Pesquisa revela que mulheres com psoríase, no Brasil, são 50% menos felizes que homens
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Pesquisa revela que mulheres com psoríase, no Brasil, são 50% menos felizes que homens

Pesquisa revela que mulheres com psoríase, no Brasil, são 50% menos felizes que homens

A pesquisa, realizada entre fevereiro e atrássto deste ano com 121.800 pessoas em 184 países, incluindo o Brasil, revelou dados preocupantes sobre a relação entre psoríase e felicidade. No Brasil, 10.244 pessoas participaram do estudo, que constatou que mulheres com psoríase são 50% mais infelizes que os homens.

Impacto da Psoríase na Felicidade Feminina

O estudo, intitulado Relatório Mundial sobre Psoríase e Felicidade, analisou o impacto da doença em diferentes aspectos da vida, como bem-estar emocional, social, vida sexual e capacidade física. As mulheres relataram maior impacto negativo nesses quesitos, com 54% sentindo ansiedade e tensão psicológica, enquanto apenas 28% dos homens relataram o mesmo. Além disso, 29% das mulheres sentiram falta de companhia, comparado a 14% dos homens.

Fatores que Contribuem para a Diferença

Embora homens e mulheres experimentem os mesmos sintomas físicos da psoríase (irritação, vermelhidão, coceira), a pesquisa não explica a disparidade na felicidade. Possivelmente, a forma como a doença é percebida e vivenciada difere entre os gêneros, influenciando o bem-estar emocional. A relação com o médico também se mostrou um fator crucial: 64% dos brasileiros com psoríase consideram que seus médicos entendem completamente a doença e seu impacto, enquanto a média global é de apenas 51%. A falta de compreensão da família (48%) e dos amigos (55%) também contribui para o isolamento social e afeta a saúde mental.

Considerações Finais

O estudo destaca a importância da conscientização sobre a psoríase e seu impacto na saúde mental, principalmente em mulheres. A busca por apoio médico e familiar, além de uma maior compreensão social da doença, são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. O Brasil, apesar de bem posicionado no ranking global de aceitação da doença, ainda enfrenta desafios na conscientização pública.

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