Consórcio formado pelas empresas Claro, TIM, Vivo faz oferta de R$ 16,5 bilhões pela operação móvel da Oi
A disputa pela Oi, empresa brasileira em recuperação judicial, ganhou um novo capítulo. Um consórcio formado por TIM, Vivo e Claro apresentou uma proposta de R$ 16,5 bilhões pela aquisição da companhia, mas com uma condição: tornar-se a stalking horse, ou seja, a última a apresentar uma oferta caso surja uma proposta superior.
Proposta da Digital Colony
A empresa americana Digital Colony, por meio de sua subsidiária Highline, também demonstrou interesse na Oi. A Highline, no entanto, ainda não divulgou publicamente os detalhes de sua proposta, tendo até 3 de atrássto para fazê-lo e definir se o negócio será fechado no quarto trimestre de 2023. A Highline pretende assumir o papel de stalking horse, apresentando o valor final da aquisição.
Diferenças nas propostas
As propostas do consórcio TIM-Vivo-Claro e da Highline apresentam diferenças significativas. Enquanto o consórcio está interessado principalmente nos 36 milhões de usuários da Oi, a Highline pretende adquirir todos os ativos da empresa, incluindo as torres de transmissão e linhas de comunicação. A Highline já declarou que não pretende operar os assinantes da Oi, focando apenas na infraestrutura.
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Cenário futuro
Com a aparente desistência da Algar Telecom, a disputa pela Oi se resume ao consórcio TIM-Vivo-Claro e à Highline. A conclusão da negociação terá grande impacto no mercado de telecomunicações brasileiro, principalmente considerando a iminente expansão da tecnologia 5G. A expectativa é alta, porém acompanhada de incertezas e desafios para todos os envolvidos. Assim que novas informações surgirem, atualizaremos nossos leitores.



