Colunista comenta o péssimo momento pela Oi, que está passando por recuperação judicial
A operadora de telefonia Oi enfrenta graves dificuldades financeiras, conforme demonstrado em seu balanço do segundo trimestre, divulgado em 16 de novembro. Os resultados foram amplamente negativos, com queda de 24% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Números negativos e futuro incerto
Os números apresentados pela Oi foram alarmantes, mostrando um recuo significativo no dinheiro em caixa, atingindo níveis críticos. A situação financeira da empresa é tão delicada que sua sobrevivência está ameaçada, com projeções indicando dificuldades até fevereiro de 2024, caso não haja melhora nos resultados.
Pressão dos acionistas e mudança na liderança
Diante desse cenário preocupante, a Golden Tree Asset Management, acionista da Oi com quase 15% das ações, pediu a demissão do CEO, Ricardo Telles. A justificativa é a incapacidade de implementar metas que revertam a situação financeira da empresa. A pressão dos acionistas reflete a gravidade da crise e a urgência em encontrar soluções.
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Implicações para o consumidor
Embora a situação da Oi seja crítica, não há, até o momento, prejuízos diretos para os seus assinantes. Entretanto, a instabilidade financeira da empresa exige atenção e acompanhamento da situação por parte dos consumidores.



