Você se sente segura navegando na internet? Especialista fala sobre a segurança na web
Estamos cada vez mais conectados, e com isso, mais vigiados. Nossas conversas, informações trocadas em redes sociais como Facebook e Telegram, são constantemente monitoradas. Mas como podemos preservar nossa privacidade nesse cenário?
A vigilância em números
Dados de julho a dezembro do ano passado mostram que o governo brasileiro solicitou à Apple informações de 5.675 aparelhos iPhones, com 491 solicitações atendidas. Essas solicitações, autorizadas pela justiça, abrangem dados relacionados a diversos crimes, incluindo o tráfico de drogas. Além disso, a Amazon confirmou que as interações com a Alexa, sua assistente virtual, são gravadas e armazenadas.
O alcance da vigilância
A vigilância não se limita a smartphones e assistentes virtuais. Nossos e-mails, buscas no Google e até mesmo celulares em modo avião podem registrar nossas atividades. Simples comandos como “Ok Google, qual a temperatura em Roma?” são registrados e armazenados. Essa vigilância constante exige cautela com o que compartilhamos online.
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A necessidade de cautela e a concorrência aérea
Em meio a esse cenário de vigilância crescente, a conscientização sobre a importância de uma conduta cautelosa nas redes e na utilização de dispositivos tecnológicos se faz necessária. A proteção da privacidade é um desafio constante na era digital. Em outras notícias, a chegada de novas companhias aéreas de baixo custo ao Brasil, como a Flybondi (Argentina), promete aumentar a concorrência e baratear as passagens aéreas, oferecendo mais opções para os viajantes.



