Assunto do comentário é o mito ‘Orfeu e Eurídice’
Neste carnaval de 2020, que tal mergulharmos no mito de Orfeu e Eurídice? Mais do que uma simples lenda grega, essa história atravessa séculos, inspirando musicais, filmes e reflexões sobre amor, vida e morte.
Orfeu, a Música e o Amor
Orfeu, filho da musa Calíope, possuía um dom extraordinário: sua música encantava a todos, acalmando feras e amolecendo corações. Seu amor por Eurídice era recíproco, uma paixão intensa. No entanto, a tragédia se abateu quando Eurídice, perseguida por Aristeu, foi mordida por uma serpente e morreu, descendo ao Hades, o mundo dos mortos.
A Jornada ao Hades e a Perda Inevitável
Inconsolado, Orfeu desceu ao Hades, usando sua música para convencer Persefone, a rainha do submundo, a devolver Eurídice à vida. Persefone aceitou, sob a condição de que Orfeu não olhasse para trás durante a jornada de volta. No entanto, um barulho o fez se virar, perdendo Eurídice para sempre. Desesperado, Orfeu acabou morto por um grupo de mulheres que se vingaram por ele não lhes dar atenção.
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Orfeu nos Dias Atuais
O mito de Orfeu e Eurídice continua a nos fascinar. Sua história foi adaptada para diversas obras, como a peça de Vinicius de Moraes, “Orfeu da Conceição”, que se passa no carnaval carioca e foi transformada em um musical e filme. A história de Orfeu e Eurídice, portanto, transcende o tempo e continua a ressoar em nossos corações, lembrando-nos da força do amor e da fragilidade da vida.