Cresce o número de estudantes negros na USP
O calor extremo que tem castigado o país nos últimos dias é motivo de preocupação, principalmente para idosos e crianças, que são mais vulneráveis a problemas de saúde relacionados às altas temperaturas. Embora o verão tenha oficialmente chegado, a meteorologia prevê que os próximos dias serão ainda mais quentes, com temperaturas máximas a partir de meados de janeiro. O ar condicionado pode ajudar a amenizar o desconforto, mas nem sempre é suficiente para garantir o resfriamento adequado dos ambientes.
Aumento de alunos negros na USP
Em meio ao calor intenso, uma notícia traz um vislumbre de esperança: em 10 anos, o número de alunos da USP que se declaram negros aumentou 52%. Atualmente, quase 18 mil estudantes se identificam como pretos ou pardos, segundo dados do IBGE. Apesar do crescimento significativo, os alunos brancos ainda representam a maioria, enquanto os indígenas constituem uma minoria, com apenas 231 matriculados.
Desafios para a inclusão social e racial
Embora o aumento no número de alunos negros na USP seja um avanço positivo, a realidade demonstra que ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar a justiça social e racial no acesso à educação superior. A exclusão nas universidades persiste e é fundamental que políticas públicas sejam implementadas para garantir a inclusão de estudantes pretos, pardos e indígenas, assegurando igualdade de oportunidades e acesso à educação pública de qualidade.
Um novo ano, uma nova esperança
Neste Natal e Ano Novo, que tal incluirmos em nossos desejos e metas a busca pela inclusão? É preciso lutar por um futuro mais justo e igualitário, onde o sucesso seja acessível a todos, independentemente da raça ou origem. Que o espírito natalino nos inspire a construir um país mais fraterno e solidário, onde todos tenham a oportunidade de prosperar.



