O Skank anunciou recentemente a separação da banda e tem sua carreira homenageada nesta semana
Após quase 30 anos de trajetória, a banda mineira Skank anunciou seu fim, gerando grande repercussão. Este artigo revisita alguns momentos marcantes da história do grupo, desde seus sucessos iniciais até a decisão de encerramento das atividades.
De Calango a Garota Nacional: O auge do sucesso
O álbum Calango (1994) foi um marco na carreira do Skank, vendendo mais de um milhão de cópias e impulsionando a banda para o cenário nacional. O sucesso se consolidou com Samba Poconé (1996), especialmente com a música “Garota Nacional”, que explodiu no Brasil e até mesmo nas paradas espanholas, permanecendo por três meses no topo das listas. A canção foi traduzida para diversos idiomas, incluindo o japonês, mostrando o alcance internacional da banda.
Novas Experimentações e o Fim de uma Era
Com o álbum Cidera (1998), o Skank incorporou novas influências, como as psicodélicas e acústicas, mesmo sendo mixado nos lendários estúdios Abbey Roads. Já em 2000, Machinarama trouxe mudanças nos arranjos, abandonando os metais nas gravações. O anúncio do fim da banda, feito por Samuel Rosa, foi acompanhado pela declaração de Henrique Portugal sobre a necessidade de reinvenção e liberdade criativa. A canção “Canção Noturna” reflete este momento de transição.
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Um Legado Musical
A trajetória do Skank é marcada por sucessos como “Jack Tequila”, “Dois Rios” (de Cosmotron, 2003) e o clipe de “Me Pareceu Assim”, eleito o melhor vídeo pop da MTV em 2004. A banda, formada por Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti, deixou um legado significativo na música brasileira, misturando o clima jamaicano do dancehall ao pop nacional. A história completa será revisitada em nossa próxima edição.